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Skype adota o codec de vídeo VP8

Embora o
Skype tenha sido comprado pela Microsoft, novas versões e atualizações para o
próprio Windows e outras plataformas continuam sendo lançadas.

Em uma
destas atualizações, o novo Skype 5.5 para Windows optou por adotar o codec de
vídeo VP8 como padrão para chamadas de vídeo individuais e em grupo. O detalhe
aqui é que o VP8 só será usado se todos os participantes também estiverem usando
a mesma versão do Skype.

O suporte para o VP8 em chamadas de vídeo em
grupo já era utilizado desde o ano passado, mas o suporte em chamadas de vídeo
individuais é a novidade na versão 5.5.

O codec de vídeo VP8 faz parte do
WebM, que é mantido pelo Google.

A Microsoft já confirmou que planeja
integrar o Skype em produtos como o Lync, Windows Phone, Xbox Live e outros, mas
ainda não se sabe se ele continuará ou não usando o VP8 após a
integração.

Nova tecnologia permite conexão de 26 terabits por segundo

Pesquisadores da Universidade de Karlsrushe, na Alemanha, bateram o recorde mundial de transferência de dados ao atingirem a notável marca de 26 terabits por segundo usando um único raio laser em um cabo de fibra ótica – velocidade equivalente a transferir o conteúdo de 700 DVDs no tempo que você demorar para dizer “eu quero”.

De acordo com o pesquisador Wolfgang Freude, co-autor do experimento, tal desempenho foi obtido com o uso de uma técnica chamada “transformação rápida de Fourier”, em que um único feixe de luz é dividido em 325 diferentes cores que carregam sua própria sequência de informações. O recorde anterior pertencia à mesma equipe, que no ano passado conseguiu atingir a marca de 10 tbps em seus laboratórios.

A equipe fabricou dois processadores óticos capazes de lerem as informações codificadas dos lasers. “26 terabits por segundo são capazes de transmitir simultaneamente até 400 milhões de ligações ou todo conteúdo da biblioteca do congresso norte-americano em 10 segundos”, completa o pesquisador.

“Até agora o único limitador nas velocidades de transferência por fibra ótica são a quantidade de lasers disponíveis”, completa Freude, dizendo que “redes de 100 tbps já foram demonstradas por outros laboratórios”. “Mas a diferença é que nós contávamos com apenas um único laser, enquanto esses outros experimentos tinham 370, o que é incrivelmente caro e dispendioso”, lembra. “. Em sua visão, a criação de sua equipe é um importante passo em direção à “uma nova geração de internet de alta velocidade para o futuro”.

Com informações: BBC

 

Como funciona um datacenter?

Uma infinidade de dados circulam a cada segundo por processadores e discos rígidos. Quando você navega na internet, o conteúdo que você visualizana tela do seu micro transita por sistemas como este antes de chegar ao seu computador. E esses sistemas precisam estar ligados, funcionando vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana.

Para que esse acesso seja contínuo, uma das principais preocupações de quem constrói um data center é como criar uma estrutura imune a erros, ou que ao menos evite ao máximo a possibilidade de falhas. Todos os detalhes têm de ser pensados.

A quantidade de dados que circula no mundo virtual cresce a taxas explosivas. E para acompanhar esse processo, os novos datacenters –como este, que está em fase de construção –, precisam se programar para receber conteúdo e equipamentos pensando nos próximos dez anos.

O coração dos datacenters são máquinas como essas: os servidores. Eles são computadores mais parrudos, feitos para trabalhar sem parar e atender grandes cargas de processamento. A refrigeração dos servidores é o fator que mais influencia no consumo de energia de um datacenter. Para você ter uma ideia, o Google pretende construir um datacenter no meio do oceano para lidar melhor com o problema de refrigeração. Países frios estão se dando bem nesse mercado. A Finlândia mesmo, está sendo bem cotada para a construção de novos data centers porque a necessidade de instalar aparelhos de ar condicionado se torna menor.

Um bom data center precisa manter o equilíbrio entre calor e frio para refrigerar bem as máquinas. Para criar essa harmonia, os servidores sugam o ar frio pela frente. O calor gerado pela máquina é jogado para trás. Dessa forma, se formam corredores de ar frio e ar quente. E é essa separação de ares que permite o bom funcionamento dos aparelhos e a economia de energia.
Existe um ranking mundial que define quais são os melhores data centers. A escala vai de um a quatro, e oficialmente apenas um datacenter brasileiro possui a nota máxima.

Alta tecnologia que não adianta de nada sem energia elétrica. Para se proteger de possíveis apagões, os datacenters contam com geradores gigantes como estes aqui, movidos a diesel.
Segurança é outro item vital. Os vidros e as portas de acesso são blindadas, câmeras de segurança ficam espalhadas pelos corredores e a entrada só é permitida com um cartão especial ou a digital da pessoa.
Os cérebros da era digital são construções complexas.

E elas enfrentam muitos desafios, como o consumo de energia elétrica. Em nosso site você também descobre como funciona um servidor verde, que consome quantidades menores de energia e que começam a ser usados nos datacenters mais modernos.